O aumento dos crimes digitais ligados a smartphones roubados começa a impactar também a forma como consumidores enxergam processos de reparo e assistência técnica no Brasil. Segundo o Grupo PLL, cresceu a preocupação de clientes com privacidade, acesso a aplicativos bancários e segurança de dados durante a manutenção dos aparelhos.
O cenário acompanha o avanço das fraudes digitais envolvendo dispositivos móveis no país. Levantamento recente da BioCatch, divulgado pela CNN Brasil, apontou crescimento de 340% nos crimes digitais relacionados a celulares roubados. Hoje, os smartphones concentram aplicativos financeiros, autenticação biométrica, documentos pessoais, dados corporativos e acesso a serviços essenciais do dia a dia.
Para o Grupo PLL, a evolução tecnológica dos smartphones e a digitalização da jornada do consumidor ampliaram a responsabilidade das operações de pós-venda, especialmente em processos de logística, rastreabilidade e controle de acesso aos dispositivos.
“Além da rastreabilidade operacional, os processos de reparo passaram a incorporar etapas específicas voltadas à proteção de dados do consumidor. Atualmente, os aparelhos passam por ferramentas homologadas pelos fabricantes para sanitização segura das informações, enquanto as equipes também realizam validações relacionadas a contas ainda conectadas aos dispositivos. Quando necessário, o cliente é acionado e orientado no processo de desativação dessas contas antes da continuidade do atendimento, reforçando a segurança durante toda a jornada de reparo”, afirma Rômulo Lima, Coordenador Técnico de Desenvolvimento no Grupo PLL.
A empresa opera atualmente com capacidade para até 24 mil ordens de serviço mensais em centro próprio em São Paulo e afirma ter ampliado investimentos em protocolos internos de segurança, rastreabilidade operacional e proteção de dados ao longo da jornada de reparo.
“Hoje, o aparelho reúne praticamente toda a vida digital do consumidor. Isso exige processos cada vez mais estruturados em segurança da informação, governança operacional e conformidade”, afirma Lucas Linhares, sócio fundador do Grupo PLL.
O Grupo PLL possui certificações ISO 9001 e ISO 14001 e está em processo de obtenção da ISO 27001, padrão internacional voltado à gestão de segurança da informação.
The post Crimes digitais elevam pressão no pós-venda mobile appeared first on Revista Apólice.
