A SulAmérica encerrou o primeiro trimestre de 2026 com receita líquida de R$ 8,7 bilhões, alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento da base de beneficiários.

O EBITDA da operação somou R$ 849,9 milhões no trimestre, avanço de 28,8% na comparação anual. Considerando o resultado financeiro dos ativos vinculados, o EBITDA ajustado atingiu R$ 1,27 bilhão, crescimento de 29% frente ao primeiro trimestre do ano passado.

Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pela evolução dos indicadores operacionais, crescimento da carteira de clientes e aumento do ticket médio. Integrada ao ecossistema da Rede D’Or, a operação mantém atuação independente. “A combinação entre expansão da base, crescimento da receita e evolução dos nossos indicadores operacionais, mostra a consistência da estratégia que temos implementado nos últimos anos. Seguimos crescendo com disciplina e fortalecendo nossa capacidade de entregar uma experiência cada vez mais qualificada aos beneficiários”, afirma Raquel Reis, CEO da SulAmérica Saúde e Odonto.

Ao final de março, a companhia ultrapassou a marca de 6 milhões de beneficiários nos segmentos de saúde e odontologia, crescimento de 11,4% em relação ao mesmo período de 2025.

No segmento de saúde, a carteira encerrou o trimestre com 3,2 milhões de segurados, alta anual de 7,1%, impulsionada pela adição líquida de 209 mil vidas. Já em odontologia, a base alcançou 2,8 milhões de beneficiários, avanço de 16,8% na comparação anual. Segundo a empresa, o desempenho reflete principalmente o fortalecimento da atuação regional e o crescimento no segmento de pequenas e médias empresas (PMEs).

A SulAmérica também registrou melhora nos indicadores operacionais. A sinistralidade consolidada dos segmentos de saúde e odontologia ficou em 77,2% no primeiro trimestre, redução de 1,4 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025.

De acordo com a companhia, o resultado reflete medidas implementadas nos últimos anos voltadas à gestão operacional e assistencial, mantendo o indicador em patamares próximos aos registrados antes da pandemia. “A melhora da sinistralidade reflete uma operação mais eficiente e madura, resultado de iniciativas implementadas ao longo dos últimos anos para aprimorar gestão, produtividade e sustentabilidade do negócio”, completa Raquel Reis.

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